E cá estou de novo.
Após uns dias, de ausência em que a vontade de escrever tem sido nula.
Não encontro grande satisfação nesta coisa que é a minha vida. Que hei-de fazer?
Sinto uma inércia total.
só me apetece deitar e dormir.
Já lá vai o tempo em que acreditava em mim e nos outros.
Hoje nem uma coisa nem outra.
É a desesperança, a descrença total.
Vejo toda a gente a passar á minha frente, e se fossem minimamente competentes...mas não.
Ai! Deus meu. Tanta ignorância.
É por isso que não tenho vindo aqui...
Parece que estou em Israel, frente ao Muro das Lamentações, ou pior que eu própria sou o Muro.
E no entanto não gosto de me sentir assim.
Amanhã é um novo dia.
Talvez as coisas tomem uma cor mais alegre.
silvya
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
enfim...de volta
É domingo.
Início de uma noite de um dia que não foi de todo normal...
O que é ou o que será um dia normal?
O que será a normalidade, ou aquilo a que chamam "normalidade"?
Sinto uma confusão tão grande e tão estranha...porquê?
O fim-de-semana, já se foi, e não sei dizer se foi bom ou mau...
Qual a diferença entre o bem e o mal?
Qual a diferença entre estar bem ou estar mal?
Na verdade, não sei. hoje já nada sei, a não ser que me sinto confusa, mal-disposta, angustiada e baralhada.
Muita coisa para uma pessoa só, não?
Amanhã é o início de mais um dia de trabalho. Mais uma semana de trabalho.
Por vezes pergunto-me o que me espera, ou melhor:
-O que espero eu, da vida, das pessoas, de mim.
Acho que por hoje nada vale a pena escrever.
Os pensamentos, ou as ideias estão bloqueadas.
Amanhã será outro dia. Mais um dia, mas quem sabe, se não será melhor?
Por agora, me vou.
Abraço .
Silvya
Início de uma noite de um dia que não foi de todo normal...
O que é ou o que será um dia normal?
O que será a normalidade, ou aquilo a que chamam "normalidade"?
Sinto uma confusão tão grande e tão estranha...porquê?
O fim-de-semana, já se foi, e não sei dizer se foi bom ou mau...
Qual a diferença entre o bem e o mal?
Qual a diferença entre estar bem ou estar mal?
Na verdade, não sei. hoje já nada sei, a não ser que me sinto confusa, mal-disposta, angustiada e baralhada.
Muita coisa para uma pessoa só, não?
Amanhã é o início de mais um dia de trabalho. Mais uma semana de trabalho.
Por vezes pergunto-me o que me espera, ou melhor:
-O que espero eu, da vida, das pessoas, de mim.
Acho que por hoje nada vale a pena escrever.
Os pensamentos, ou as ideias estão bloqueadas.
Amanhã será outro dia. Mais um dia, mas quem sabe, se não será melhor?
Por agora, me vou.
Abraço .
Silvya
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
só poesia...
sonhava que era uma estrela brilhante, numa noite sem fim...
nos teus braços que me embalavam , sentia-me criança
num tempo distante, longe de medos e inseguranças,nessa noite tão longe do fim.
os astros no firmamento, uniam-se e observavam os humanos, lá do alto.
pasmavam, com os seus pensamentos vãos.
ah! se eles soubessem, que cada um daqueles seres,era único , e por mais que sonhassem e imaginassem, jamais saberiam que os seus sonhos , alguma vez se realizariam...
mas isso são coisas que pertencem aos humanos.
no alto dos céus, os seres que os habitam, seres alados...
jamais poderão entender, compreender, aquilo que lhes vai na alma, tão pouco no pensamento sonhador daqueles que habitam este continente a que chamam ... Vida?
são seres alados, que voam e zelam pelos habitantes deste pequeno planeta, onde os humanos, passam , velozes, apressados e a na maior parte das vezes sem parar, para apreciar o que é isto a que chamam vida.
e o resto, o que será , a não ser poesia?
silvya
nos teus braços que me embalavam , sentia-me criança
num tempo distante, longe de medos e inseguranças,nessa noite tão longe do fim.
os astros no firmamento, uniam-se e observavam os humanos, lá do alto.
pasmavam, com os seus pensamentos vãos.
ah! se eles soubessem, que cada um daqueles seres,era único , e por mais que sonhassem e imaginassem, jamais saberiam que os seus sonhos , alguma vez se realizariam...
mas isso são coisas que pertencem aos humanos.
no alto dos céus, os seres que os habitam, seres alados...
jamais poderão entender, compreender, aquilo que lhes vai na alma, tão pouco no pensamento sonhador daqueles que habitam este continente a que chamam ... Vida?
são seres alados, que voam e zelam pelos habitantes deste pequeno planeta, onde os humanos, passam , velozes, apressados e a na maior parte das vezes sem parar, para apreciar o que é isto a que chamam vida.
e o resto, o que será , a não ser poesia?
silvya
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
E agora...?
Tal como num dos livros de um dos meus escritores favoritos, também eu pergunto?
E agora?
Eu não tenho nada que saiba a arder, mas tenho muito a perder, e isto se entretanto já não perdi tudo.
Perdi a fé, em relação a certa espécie humana.
Nada é como dantes.
Onde fica a minha alegria, o meu bom -humor e principalmente o meu amor? Aquele que me prometeram levianamente e que no fundo nunca foi meu, pois nunca me pertenceu...
Tento fazer que estes dias sejam dias normais, embora já não saiba o que é ser normal.
Apetece-me fazer a chamada "terapia de retalho". Sabe bem. Podem crer.
pode ser uma coisa meio-cretina, mas no fundo colmatamos as falhas, as carências afectivas com bens, que provavelmente nem olharíamos se nos prestassem a atenção devida.
Claro, que depois vem a consciência, chata , qual "grilo falante", dizer-nos:
Você não devia ter gasto dinheiro nisso, vai fazer falta. Não devias sequer ter olhasdo para aquilo, vai fazer-te mal!
E eu neste caso, mmando o "grilo falante" para os confins do Inferno.
Ele que me dê a minha história de Amor. Aquela com que sonhei toda a vida, e que poderia ter tido, e até tive mas foi roubada.
Eu hoje , não sei o que sou, nem tão puco quem sou.
Sinto-me tão a deriva.
à deriva do mar, da vida, da solidão.
E depois estes dias que se repetem iguais até á exaustão.
Desejo que venham os dias mais longos. Com eles virá a esperança, e alegria num futuro melhor.
Com eles a esperança renascerá, e poderei mandar ás urtigas aqueles que me chateiam e envenenam a alma.
beijos mil
silvya
E agora?
Eu não tenho nada que saiba a arder, mas tenho muito a perder, e isto se entretanto já não perdi tudo.
Perdi a fé, em relação a certa espécie humana.
Nada é como dantes.
Onde fica a minha alegria, o meu bom -humor e principalmente o meu amor? Aquele que me prometeram levianamente e que no fundo nunca foi meu, pois nunca me pertenceu...
Tento fazer que estes dias sejam dias normais, embora já não saiba o que é ser normal.
Apetece-me fazer a chamada "terapia de retalho". Sabe bem. Podem crer.
pode ser uma coisa meio-cretina, mas no fundo colmatamos as falhas, as carências afectivas com bens, que provavelmente nem olharíamos se nos prestassem a atenção devida.
Claro, que depois vem a consciência, chata , qual "grilo falante", dizer-nos:
Você não devia ter gasto dinheiro nisso, vai fazer falta. Não devias sequer ter olhasdo para aquilo, vai fazer-te mal!
E eu neste caso, mmando o "grilo falante" para os confins do Inferno.
Ele que me dê a minha história de Amor. Aquela com que sonhei toda a vida, e que poderia ter tido, e até tive mas foi roubada.
Eu hoje , não sei o que sou, nem tão puco quem sou.
Sinto-me tão a deriva.
à deriva do mar, da vida, da solidão.
E depois estes dias que se repetem iguais até á exaustão.
Desejo que venham os dias mais longos. Com eles virá a esperança, e alegria num futuro melhor.
Com eles a esperança renascerá, e poderei mandar ás urtigas aqueles que me chateiam e envenenam a alma.
beijos mil
silvya
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
ca estamos...
Depois de um fim-de-semana, dificil e tortuoso, cá estou.
Não estou muito capaz de contar histórias maravilhosas de encantar. talvez noutro dia, noutro lugar, noutra situação...
Amdo muito cansada, para partilhar as tristezas e angústias que me assolam e não me querem largar. E no entanto eu bem as "sacudo", mas quando temos alguém que só olha para o seu próprio umbigo e mal ainda por cima, que fazer?
Hoje o dia está um pouco mais bonito, pode ser que amanhã, nos sintamos melhores para podermos falar de coisas fixes, e interessantes.
Agora é hora de arrumar a trouxa azarpar, como dizia o nosso querido Zeca Afonso. bjocas
Até amanhã
silvya
Não estou muito capaz de contar histórias maravilhosas de encantar. talvez noutro dia, noutro lugar, noutra situação...
Amdo muito cansada, para partilhar as tristezas e angústias que me assolam e não me querem largar. E no entanto eu bem as "sacudo", mas quando temos alguém que só olha para o seu próprio umbigo e mal ainda por cima, que fazer?
Hoje o dia está um pouco mais bonito, pode ser que amanhã, nos sintamos melhores para podermos falar de coisas fixes, e interessantes.
Agora é hora de arrumar a trouxa azarpar, como dizia o nosso querido Zeca Afonso. bjocas
Até amanhã
silvya
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hoje não estou nos meus dias mais felizes...
sábado, 16 de janeiro de 2010
Que Amor?
Falar de Amor, é assunto que daria pano para mangas, como se costuma dizer.
Mas existe um amor, que ninguém poderá ignorar e duvidar.O amor materno.
Pelos nossos filhos, iremos até ao fim do mundo, se preciso fosse.
Pelos nossos filhos, acredito que se possa fazer tudo,mas mesmo tudo, o que seja possível ou impossível, porque aí está: é o Amor maior.
Não nos interessa que les sejam doutores, ou engenheiros, que sejam cozinheiros, ou empregados de balcão. O que nos interessa é que sejam felizes. Muito e verdadeiramente felizes.
Lamechices, dirão!
Quero cá saber o que os outros dizem, ou poderiam dizer. Os filhos são meus. Fui eu que os carreguei e cuidei durante 9 (nove) meses, dentro de mim. Fui eu que após o nascimento e assim que olhei para eles, já sabia de cor todos os seus traços e sabia, porque sim, que aqueles eram os meus filhos muito amados.
Depois durante os primeiros meses, e todos estes anos, eu continuo a zelar e a velar por eles.
Eles são parte integrante de mim, e não concebo a minha vida sem eles. Claro que neste momento estão a dar já o "Grito de Epiranga",mas é muito gratificante fixá-los nos olhos e vê-los com aquele brilho de amarem e serem amados.
Hoje deu-me para isto. Escrever sobre o amor das mães pelos filhos.
Amanhã falarei sobre o amor da gente adulta.Isto é: Do amor que eu perdi, que não souberam cuidar por mim, mas que agora, independentemente de tudo, eu quero e vou procurar até encontrar. afinal entrámos numa nova década, e eu acredito que o amor ainda está algures a minha espera...
beijinhos.
silvya
Mas existe um amor, que ninguém poderá ignorar e duvidar.O amor materno.
Pelos nossos filhos, iremos até ao fim do mundo, se preciso fosse.
Pelos nossos filhos, acredito que se possa fazer tudo,mas mesmo tudo, o que seja possível ou impossível, porque aí está: é o Amor maior.
Não nos interessa que les sejam doutores, ou engenheiros, que sejam cozinheiros, ou empregados de balcão. O que nos interessa é que sejam felizes. Muito e verdadeiramente felizes.
Lamechices, dirão!
Quero cá saber o que os outros dizem, ou poderiam dizer. Os filhos são meus. Fui eu que os carreguei e cuidei durante 9 (nove) meses, dentro de mim. Fui eu que após o nascimento e assim que olhei para eles, já sabia de cor todos os seus traços e sabia, porque sim, que aqueles eram os meus filhos muito amados.
Depois durante os primeiros meses, e todos estes anos, eu continuo a zelar e a velar por eles.
Eles são parte integrante de mim, e não concebo a minha vida sem eles. Claro que neste momento estão a dar já o "Grito de Epiranga",mas é muito gratificante fixá-los nos olhos e vê-los com aquele brilho de amarem e serem amados.
Hoje deu-me para isto. Escrever sobre o amor das mães pelos filhos.
Amanhã falarei sobre o amor da gente adulta.Isto é: Do amor que eu perdi, que não souberam cuidar por mim, mas que agora, independentemente de tudo, eu quero e vou procurar até encontrar. afinal entrámos numa nova década, e eu acredito que o amor ainda está algures a minha espera...
beijinhos.
silvya
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Porquê mandarina?
Criar, inventar um nome para um blog, por pequenino que seja, é algo que não é assim tão fácil.
Tentei vários, mas se uns não estavam disponíveis, outros eram execráveis.
Um blog, é algo nosso. Pode só conter parvoíces, mas mesmo essas são nossas, e merece-nos o melhor, não acham?
Engraçado, falo no plural, como se tivesse alguém que me lesse. ah!aha!ah!
É muita ironia. Mas cá estou a cumprir o meu desafio e a minha promessa pessoal.
Portanto Mandarina, porquê?, perguntará quem me ler.
É um citrino, da família das laranjas, toranjas e quejandas.
Dá para fazer bolos, doces e sumos, o que é sempre bom,sem contar que existe um perfume com um aroma delicioso (que eu não tenho) , mas que lá está tem este nome.
Mandarina, também nos remete para livros de histórias de encantar...
Quem não leu o "Mandarim" de Eça de Queióz"?
Eu li, e adorei. Aliás li-o várias vezes.
Como se chamará a mulher do mandarim?
Penso que será lógico, chamar-se "Mandarina".
Agora com o Inverno agreste é saudável.
Venham os citrinos, entre eles a mandarina. A imaginação não está nos melhores momentos, pois a vida pessoal também não está muito risonha., mas há-de ficar. Promessa minha.
Este tempo está horrível e em todo o mundo se gela e se treme de frio.
no Haiti, aconteceu o pior. Um sismo de alto grau que já deixou centenas e centenas de mortos espalhados naqueles bairros degradados, que tanto encanta os turistas porque não moram lá...
Agora resta esperar, que as equipas de socorro façam o seu trabalho e que o governo mais poderoso do mundo junte os seus esforços para reerguer um país miserável em estruturas e saneamentos básicos.
Por hoje fico por aqui.
Talvez noutra vida tenha sido uma "mandarina", amada e idolatrada pelo seu "mandarim".
beijinhos.
silvya
Tentei vários, mas se uns não estavam disponíveis, outros eram execráveis.
Um blog, é algo nosso. Pode só conter parvoíces, mas mesmo essas são nossas, e merece-nos o melhor, não acham?
Engraçado, falo no plural, como se tivesse alguém que me lesse. ah!aha!ah!
É muita ironia. Mas cá estou a cumprir o meu desafio e a minha promessa pessoal.
Portanto Mandarina, porquê?, perguntará quem me ler.
É um citrino, da família das laranjas, toranjas e quejandas.
Dá para fazer bolos, doces e sumos, o que é sempre bom,sem contar que existe um perfume com um aroma delicioso (que eu não tenho) , mas que lá está tem este nome.
Mandarina, também nos remete para livros de histórias de encantar...
Quem não leu o "Mandarim" de Eça de Queióz"?
Eu li, e adorei. Aliás li-o várias vezes.
Como se chamará a mulher do mandarim?
Penso que será lógico, chamar-se "Mandarina".
Agora com o Inverno agreste é saudável.
Venham os citrinos, entre eles a mandarina. A imaginação não está nos melhores momentos, pois a vida pessoal também não está muito risonha., mas há-de ficar. Promessa minha.
Este tempo está horrível e em todo o mundo se gela e se treme de frio.
no Haiti, aconteceu o pior. Um sismo de alto grau que já deixou centenas e centenas de mortos espalhados naqueles bairros degradados, que tanto encanta os turistas porque não moram lá...
Agora resta esperar, que as equipas de socorro façam o seu trabalho e que o governo mais poderoso do mundo junte os seus esforços para reerguer um país miserável em estruturas e saneamentos básicos.
Por hoje fico por aqui.
Talvez noutra vida tenha sido uma "mandarina", amada e idolatrada pelo seu "mandarim".
beijinhos.
silvya
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
falemos de Amor e ...desamores...
Falemos de sentimentos.
De que tipo, de que modo?
Hoje ao falarmos de sentimentos, podemos divagar de muitas e variadas formas.
Todos os seres humanos precisam de se sentir amados, e de amar, penso eu.
Não sou capaz de conceber uma vida sem amor, assim como não consigo idealizar uma vida sem partilha....
O grave na questão, é: O que é o amor? E até que ponto as pessoas são capazes de ceder a ponto de se entenderem? Somos forçados a reconhecer que as relaçõe hoje em dia estão bastantes comprometidas, mas antigamente, estariam melhores?
Não creio.
Antigamente os casamentos eram negociados entre as famílias. Era uma forma de a riqueza ser transmitida e prolongada através das gerações.
Quando se parte para um casamento, deve-se fechar as portas que ficam parta trás. Quando isso não acontece as relações acabam por ficar tremidas, porque lhe faltam as bases de sustentação.
Os alicerces são frágeis. E sem bases sólidas nenhum edifício se sustém.
Na minha opinião toda a gente deve ter o direito de se casar as vezes necessárias até serem felizes.
A vida sem amor, não tem sentido, e é por isso que romântica como sou, continuo a acreditar nele.
Estou casada, mas mal-casada, é verdade. Mas isso não quer dizer que não tenha o direito a lutar até a encontrar.
Atrás da chuva e dos dias tristes, novos dias virão.
Quem sabe se atras do sol, enfim, não estará minha felicidade?
até amanhã.
silvya
De que tipo, de que modo?
Hoje ao falarmos de sentimentos, podemos divagar de muitas e variadas formas.
Todos os seres humanos precisam de se sentir amados, e de amar, penso eu.
Não sou capaz de conceber uma vida sem amor, assim como não consigo idealizar uma vida sem partilha....
O grave na questão, é: O que é o amor? E até que ponto as pessoas são capazes de ceder a ponto de se entenderem? Somos forçados a reconhecer que as relaçõe hoje em dia estão bastantes comprometidas, mas antigamente, estariam melhores?
Não creio.
Antigamente os casamentos eram negociados entre as famílias. Era uma forma de a riqueza ser transmitida e prolongada através das gerações.
Quando se parte para um casamento, deve-se fechar as portas que ficam parta trás. Quando isso não acontece as relações acabam por ficar tremidas, porque lhe faltam as bases de sustentação.
Os alicerces são frágeis. E sem bases sólidas nenhum edifício se sustém.
Na minha opinião toda a gente deve ter o direito de se casar as vezes necessárias até serem felizes.
A vida sem amor, não tem sentido, e é por isso que romântica como sou, continuo a acreditar nele.
Estou casada, mas mal-casada, é verdade. Mas isso não quer dizer que não tenha o direito a lutar até a encontrar.
Atrás da chuva e dos dias tristes, novos dias virão.
Quem sabe se atras do sol, enfim, não estará minha felicidade?
até amanhã.
silvya
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
ATÉ QUE ENFIM
Custou mas foi.
Com o ano que se foi, chegou um novo ano e criei um novo blog.
com ele quero dizer adeus a todas as tristezas, raivas, e mágoas que teem estado escondidas, sufocadas em mim.
Está muito frio.
Quero que venha o sol, o tempo das flores e da alegria.
quero de novo ouvir os pássaros a cantar e não sentir as agruras da tristeza e infelicidade.
Quero dar-me a conhecer a quem o merecer. E ignorar quem me ignora.
Quero que neste novo ano, a minha vida seja o iniciar de uma etapa com mais energia e mais produtividade na minha realização pessoal.
Quero que as pessoas e as ideias negativas não me consigam atingir e matar a alegria que existia, e existe em mim.
Vou tentar fazer chegar este meu "diário" chamemos-lhe assim, a quem o quiser ler...
Ainda não sei como o fazer, mas vou descobrir.
A 1ª semana do ano, já passou. Mas ainda agora ele começou, e é uma criança.
Com a esperança do ano novo, também eu guardo e renovo as minhas esperanças.
desta vez , prometo a mim mesma vir a estas páginas, todos os dias religiosamente.
É uma promessa para cumprir.
Afinal se eu não gostar de mim, quem gostará? A minha querida amiga, Ana, aqui lhe dou as boas vindas.
Desta vez no meu blog, novinho em folha e criado mesmo por mim.
É uma pequena vitória, mas é minha , e a vida faz-se de pequenas grandes coisas.
Amiga:
Lê-me e responde, ok?
És uma das grandes forças que me fazem avançar por estes caminhos esconsos.
bem vinda ao ano da graça de 2010, com esta amiga tão desalinhada
silvya
Com o ano que se foi, chegou um novo ano e criei um novo blog.
com ele quero dizer adeus a todas as tristezas, raivas, e mágoas que teem estado escondidas, sufocadas em mim.
Está muito frio.
Quero que venha o sol, o tempo das flores e da alegria.
quero de novo ouvir os pássaros a cantar e não sentir as agruras da tristeza e infelicidade.
Quero dar-me a conhecer a quem o merecer. E ignorar quem me ignora.
Quero que neste novo ano, a minha vida seja o iniciar de uma etapa com mais energia e mais produtividade na minha realização pessoal.
Quero que as pessoas e as ideias negativas não me consigam atingir e matar a alegria que existia, e existe em mim.
Vou tentar fazer chegar este meu "diário" chamemos-lhe assim, a quem o quiser ler...
Ainda não sei como o fazer, mas vou descobrir.
A 1ª semana do ano, já passou. Mas ainda agora ele começou, e é uma criança.
Com a esperança do ano novo, também eu guardo e renovo as minhas esperanças.
desta vez , prometo a mim mesma vir a estas páginas, todos os dias religiosamente.
É uma promessa para cumprir.
Afinal se eu não gostar de mim, quem gostará? A minha querida amiga, Ana, aqui lhe dou as boas vindas.
Desta vez no meu blog, novinho em folha e criado mesmo por mim.
É uma pequena vitória, mas é minha , e a vida faz-se de pequenas grandes coisas.
Amiga:
Lê-me e responde, ok?
És uma das grandes forças que me fazem avançar por estes caminhos esconsos.
bem vinda ao ano da graça de 2010, com esta amiga tão desalinhada
silvya
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