quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

falemos de Amor e ...desamores...

Falemos de sentimentos.
De que tipo, de que modo?
Hoje ao falarmos de sentimentos, podemos divagar de muitas e variadas formas.
Todos os seres humanos precisam de se sentir amados, e de amar, penso eu.
Não sou capaz de conceber uma vida sem amor, assim como não consigo idealizar uma vida sem partilha....
O grave na questão, é: O que é o amor? E até que ponto as pessoas são capazes de ceder a ponto de se entenderem? Somos forçados a reconhecer que as relaçõe hoje em dia estão bastantes comprometidas, mas antigamente, estariam melhores?
Não creio.
Antigamente os casamentos eram negociados entre as famílias. Era uma forma de a riqueza ser transmitida e prolongada através das gerações.
Quando se parte para um casamento, deve-se fechar as portas que ficam parta trás. Quando isso não acontece as relações acabam por ficar tremidas, porque lhe faltam as bases de sustentação.
Os alicerces são frágeis. E sem bases sólidas nenhum edifício se sustém.
Na minha opinião toda a gente deve ter o direito de se casar as vezes necessárias até serem felizes.
A vida sem amor, não tem sentido, e é por isso que romântica como sou, continuo a acreditar nele.
Estou casada, mas mal-casada, é verdade. Mas isso não quer dizer que não tenha o direito a lutar até a encontrar.
Atrás da chuva e dos dias tristes, novos dias virão.
Quem sabe se atras do sol, enfim, não estará minha felicidade?
até amanhã.
silvya

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