sexta-feira, 3 de setembro de 2010

que fazer, que dizer?

Os dias seguem mais ou menos iguais. A angústia que me assalta tarda a passar...
Pergunto-me porque tem que ser assim, talvez numa outra existência, quiça passada ou imaginária, eu tenha feito algo pelo qual agora tenha de pagar, para corrigir, com pesadelos e mágoas, os erros passados. Será?
Não sei, mas se é verdade que viremos tantas vezes a terra até atingirmos a perfeição, então decerto terei ainda muitas vidas por viver, até me tornar perfeita...
Complexo, não é?
Eu acho que sim, e no entanto talvez seja tudo bem mais fácil do que parece. Mas o problema é que nem tudo o que parece é.
A felicidade não é igual para todos, porque aí está: o que faz uns felizes não significa que faça o mesmo aos outros.
Cada ser é único e individual, daí ser tão complicado atingir ou alcançar a felicidade.
Por mim, vou tentando. Afinal tentar não custa.
e vou pensando e sonhando com dias melhores, mais felizes, repletos de paz, alegria e compreensão.
silvya

terça-feira, 24 de agosto de 2010

a um amigo...

Ela teve vontade de fechar a porta, e não olhar para trás. Passar para outra dimensão, para outro lugar, onde se sentisse compreendida, e...querida!
Ela queria tudo isso, mas sabia que a porta que agora fechava, seria a mesma que mais tarde teria que voltar a abrir, porque aquela era a porta. A porta da casa, que sem ser era a dela, pelo menos enquanto lá vivesse...
No entanto os seus pensamentos, por vezes vagueavam, sem destino, e iam longe, tão longe, onde só os sonhos nos levam...
E assim, agora ela escreve frases. Frases soltas, mas sentidas a um amigo, que está distante, mas ao mesmo tempo perto, e a quem ela teve medo de magoar sem querer, mesmo sentindo-se ela própria magoada. Tremendamente magoada.
A vida não é fácil.. Pelo menos para algumas pessoas...mas ao menos que exista um amigo a quem ela possa falar ...ainda que remotamente...
Tu, meu amigo aí desse lado, dorme bem, e se possível, sonha comigo...
silvya

por aqui continuo...

Hoje, o dia amanheceu particularmente dificil, talvez porque estejam a ser dias dificeis.
Na verdade ninguém me disse que a vida era fácil, mas também não precisava de ser assim tão complicada, e viver rodeada de doidos e insanes, pois não?
Sinto uma enorme vontade de fugir, de me "escapulir" para qualquer local, longe de tudo e de todos... mas, para onde?
Procuro, dentro de mim própria soluções e resoluções, mas nada encontro, nada vislumbro.
Como me poderei sentir normal realmente, se a minha mais firme convicção é de que atraio todos os malucos e tarados do universo?
E no entanto, sou só uma rapariga, que desejava, que pedia para ser amada, não obstante os seus erros e as suas virtudes...
Será assim tão difícil?
Parece que sim. Pelo menos no que me diz respeito.
A felicidade, assim como o amor, tem data de prescrição.
Pena só ser para as coisas boas...as más essas nunca prescrevem.
E por cá continuo zangada, não, triste, muito triste comigo própria e com os homens em particular.
São na generalidade tão falsos, tão...como dizer?
São como polvos, que estendem os seus tentáculos, e nos agarram porque nós deixamos, enredadas que ficamos, tal como numa teia de uma aranha...
E no entanto eu ainda quero acreditar, que exista quem seja diferente...
Mas sei que não.Não há.
Porque as pessoas estão presas, a um estatuto, a uma vida por vezes mesquinha e mísera, e não tem coragem de lutar contra isso...
Acho uma cobardia tão grande!
Porquê não lutar para ser minimamente feliz nesta vida que no fundo é tão curta?
Nas histórias infantis, o final era invariavelmente:
E viveram felizes para sempre!
No caso actual, pelo menos no meu, é:
-E não viveram felizes para sempre!
E pergunto-me bem baixinho: alguma vez fui realmente feliz?
silvya

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ola, de noite...

Disseram-me que o sol brilhava, e que quando a porta se fechou, avançou para o terminal rodoviario. Quantas coisas, deixamos nas nossas vidas para trás e já não voltam mais?
Sonhos, anseios, castelos erguidos na areia e desfeitos pelo vento, numa só rajada...
É bom, no entanto, quando ainda se pode fechar uma porta, sabendo que há outra que se abrirá...
e para a qual se pode sempre voltar.
Livros arrumados em prateleiras, esperando que alguém os folheie, eos leia, e os aprecie.
assim, como qualquer pessoa normal, deseja ser amada e apreciada, quer seja em dias de sol, ou de chuva.
No fundo, o importante, é sabermos que algures, existe alguém com quem podemos conversar, mesmo que as escondidas, como se de um crime se tratasse.
Mas para já, parece não haver alternativa. e aqui no meu canto, mais recôndito, eu escrevo, principalmente para mim, na esperança de que a loucura não me invada, e eu me consiga iludir na vã ilusão de que a felicidade existe e é possível...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

e tudo continua igual...

os dias, os meses passaram, mas no fundo a vida permanece inalteravel.
a esperança, se a houve, já se foi. dela já nada resta.
a desilusão é constante, e a angústia assalta-me a cada momento, e não vislumbro um pouco de luz a minha frente. porque terá que ser tudo tão complicado, tão dificil?
gostaria de o saber, para o poder entender.
só sei que é dificil, senão complicado, e sinto-me cada vez mais a deriva, cada dia mais perdida, no meio da multidão...
e dentro de mim, sufoco o grito que se quer soltar, e no entanto pergunto-me:
-até quando?

quarta-feira, 17 de março de 2010

palavras para quê

escrevo, mas na verdade ninguém me lê. uns porque nem sabe que eu como blog, se isto é um blog, existo, e outros porque mesmo estando eu aqui , é como se não estivesse.
mas cá vou estando. nesta vidinha muitas vezes aborrecida, monótona e chata.
chata sim. que muitas vezes eu tento muda-la, mas não consigo. ainda não percebi se sou eu que não a sei mudar, se é ela que não me deixa...
e entretanto, vou suspirando, pelo tempo mais ameno, mais quente, mais suave que há-de chegar.
emfim. que dizer?
já não sei se vale a pena continuar a sonhar, se é preferível acordar de vez desta espécie de "limbo", em que me encontro. claro que nem tudo é mau. vou conhecendo pessoas, online, e um dia talvez as conheça pessoalmente.
a minha vida sentimental continua uma miserável. sem presente, nem futuro, e o passado já lá vai . acabou, passou, findou.
amanhã , talvez aqui volte para escrever para a única leitora: eu mesma. e até lá...boa noite.
silvya

segunda-feira, 15 de março de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

e, este inverno que não nos larga...

Pois. Há muito tempo que aqui não vinha.Também não faz assim tão mal, afinal ninguém me visita, ninguém me lê.
Também é verdade que ninguém, praticamente, conhece o meu blog. e este no fundo acaba por ser um "diário - não diário".
O título do "escrito", do "post" tem a ver precisamente com este tempo. Este tempo horrível, que nos enregela o corpo e adormece a alma.
Grito! Por um pouco de sol, que nos anime e aqueça.
Este tempo juntamente com trabalho acomulado, nem me deixa respirar, quanto mais vir aqui escrever.
Também tenho de confessar, que não tenho novidades para aqui deixar.
Mas vou aqui vindo, de vez em quando, nem que seja só para dizer que estou viva.
Por isso, para mim mesma: olá!
Silvya

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

uma década passou, uma página da vida foi virada

Pois é. Já sabia que a sua vida há muito tempo, há anos aliás, não andava saudável, não era normal.
Lutou, conforme poude e foi capaz contra a indiferença, do marido, que no entanto não ouviu ou não quis saber dos seus argumentos.Estes anos têm sido complicados, e ela não era feliz há muito tempo. Chega um momento que já não dá para disfarçar, já não dá para fingir, nem para ignorar.
Já não conseguia sentir mais que era a outra, sem ser nada!
Ontem, foi o fechar "oficial" de um ciclo.
Foram a psicóloga dele, para terem uma conversa a três. L á em casa não se fala, não se discute e quando ela tentava falar era um diálogo de surdos.
Estavam casados desde 2001, e no entanto os seus natais nunca foram natais em família.
Isto é, foram natais em que ele passava om a ex-mulher, que no fundo não deixou de ser, embora ele diga que não, e em que ela estava com a sua família de verdade, que não percebia o motivo de não ter o seu marido a seu lado.
Nestes anos, muitas coisas se passaram, nem dá neste momento para contar, mas há sempre aquelas coisas que magoam mais do que as outras, e foi o que aconteceu.
Não estavam juntos na noite de Natal, mas no fim de ano, estavam em casa, e ela tentava imaginar que tinha uma vida dita "normal". Nunca foi.
Este ano , na tarde do dia 31/12/09, ele foi a consulta de psicologia em Lisboa, e não voltou para jantar com ela.
Ligou quando já não havia transportes , para ela poder sair, a dizer para não "contarem" com ele para o jantar, porque ele ia jantar com o filho, e depois ia levá-lo ao local onde ele ia fazer a passagem de ano.
Foi o fim.
Não lhe perdoou, porque não quis, e não podia..
Ele sabia que ela estava só. Que os filhos, tinham ido passar fora o fim de ano, e o que representa para ela aquela semana, e principalmente aquela noite.
Diz não ter querido vir para casa para o pé de pessoas que detesta.
Não são pessoas. É uma pessoa, chama-se Pedro, é seu filho e nunca lhe fez mal algum.
Disse-lhe entre outras coisas, que ela o deixou tratar a irmã como se ela fosse uma prostituta...
Ela não sabe como elas, coitadas são tratadas. Mas o Pedro, tem as guerras com a irmã como todos os irmãos têm, depois passa e tudo fica bem.Ele inventa problemas onde não existem.
Ontem no decorrer da conversa com a psicóloga, encerrou-se um ciclo.
O ciclo foi encerrado. Dói?, claro que sim.
É sempre triste encerrar uma história, que começou por ser uma história de amor...
Mas este ciclo foi fechado, está a ser fechado.
Agora é tempo de fazer o luto, e depois seguir em frente.
Ela, a minha amiga tem o direito a ser feliz. No fundo sempre se bateu por isso, e não vai agora desistir.
A vida é um ciclo. Fecha-se uma porta, outra se abrirá.
Tenho esperanças que a minha amiga, recupere rápido.
Eles vão partilhar o lar, vão tentar levar uma vida de casados, não casados, se assim se pode entender.
Talvez consigam no meio do caos, encontrarem a felicidade que a dois não conseguiram, não puderam ou não foi possível encontrarem.
Torço pela minha amiga.
Que esta década lhe traga aos poucos um pouco de paz e de serenidade. E com ela o amor e a ternura que ela precisa e anseia.
silvya

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

e ...agora

Ninguém me disse, nem a ninguém que a vida é fácil. Pena não é?
Para uns é tudo muito fácil, para outros tudo é difícil, como num parto tirado a ferros.
Os dias, vão correndo, decorrendo alternadamente sem alterações significativas.
A cabeça, a minha neste caso, vai explodindo, devagar, depois mais rápidamente, eté parecer ouvir-se um estrondo. Bum!
E tudo o que lá está, explode.
Uma explosão de cor, de estilhaços vários.
E de repente,quem sabe,a dor que latejava, os pensamentos que não me largavam soltam-se, e tudo desaparece.
Num momento, como num toque de magia.
Seria tão bom, se fosse possível e se depois tudo se tornasse mais fácil...
Mas lá estou eu a divagar.
Também são das poucas coisas que me restam.
Desilusão, sarcasmo e gozo de mim própria.
Ainda não é desta, mas ...não vale a pena desistir agora.
Agora, nem nunca.
silvya

que fazer?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

de volta...mas que volta???

E cá estou de novo.
Após uns dias, de ausência em que a vontade de escrever tem sido nula.
Não encontro grande satisfação nesta coisa que é a minha vida. Que hei-de fazer?
Sinto uma inércia total.
só me apetece deitar e dormir.
Já lá vai o tempo em que acreditava em mim e nos outros.
Hoje nem uma coisa nem outra.
É a desesperança, a descrença total.
Vejo toda a gente a passar á minha frente, e se fossem minimamente competentes...mas não.
Ai! Deus meu. Tanta ignorância.
É por isso que não tenho vindo aqui...
Parece que estou em Israel, frente ao Muro das Lamentações, ou pior que eu própria sou o Muro.
E no entanto não gosto de me sentir assim.
Amanhã é um novo dia.
Talvez as coisas tomem uma cor mais alegre.
silvya

domingo, 24 de janeiro de 2010

enfim...de volta

É domingo.
Início de uma noite de um dia que não foi de todo normal...
O que é ou o que será um dia normal?
O que será a normalidade, ou aquilo a que chamam "normalidade"?
Sinto uma confusão tão grande e tão estranha...porquê?
O fim-de-semana, já se foi, e não sei dizer se foi bom ou mau...
Qual a diferença entre o bem e o mal?
Qual a diferença entre estar bem ou estar mal?
Na verdade, não sei. hoje já nada sei, a não ser que me sinto confusa, mal-disposta, angustiada e baralhada.
Muita coisa para uma pessoa só, não?
Amanhã é o início de mais um dia de trabalho. Mais uma semana de trabalho.
Por vezes pergunto-me o que me espera, ou melhor:
-O que espero eu, da vida, das pessoas, de mim.
Acho que por hoje nada vale a pena escrever.
Os pensamentos, ou as ideias estão bloqueadas.
Amanhã será outro dia. Mais um dia, mas quem sabe, se não será melhor?
Por agora, me vou.
Abraço .
Silvya

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

só poesia...

sonhava que era uma estrela brilhante, numa noite sem fim...
nos teus braços que me embalavam , sentia-me criança
num tempo distante, longe de medos e inseguranças,nessa noite tão longe do fim.
os astros no firmamento, uniam-se e observavam os humanos, lá do alto.
pasmavam, com os seus pensamentos vãos.
ah! se eles soubessem, que cada um daqueles seres,era único , e por mais que sonhassem e imaginassem, jamais saberiam que os seus sonhos , alguma vez se realizariam...
mas isso são coisas que pertencem aos humanos.
no alto dos céus, os seres que os habitam, seres alados...
jamais poderão entender, compreender, aquilo que lhes vai na alma, tão pouco no pensamento sonhador daqueles que habitam este continente a que chamam ... Vida?
são seres alados, que voam e zelam pelos habitantes deste pequeno planeta, onde os humanos, passam , velozes, apressados e a na maior parte das vezes sem parar, para apreciar o que é isto a que chamam vida.
e o resto, o que será , a não ser poesia?
silvya

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

E agora...?

Tal como num dos livros de um dos meus escritores favoritos, também eu pergunto?
E agora?
Eu não tenho nada que saiba a arder, mas tenho muito a perder, e isto se entretanto já não perdi tudo.
Perdi a fé, em relação a certa espécie humana.
Nada é como dantes.
Onde fica a minha alegria, o meu bom -humor e principalmente o meu amor? Aquele que me prometeram levianamente e que no fundo nunca foi meu, pois nunca me pertenceu...
Tento fazer que estes dias sejam dias normais, embora já não saiba o que é ser normal.
Apetece-me fazer a chamada "terapia de retalho". Sabe bem. Podem crer.
pode ser uma coisa meio-cretina, mas no fundo colmatamos as falhas, as carências afectivas com bens, que provavelmente nem olharíamos se nos prestassem a atenção devida.
Claro, que depois vem a consciência, chata , qual "grilo falante", dizer-nos:
Você não devia ter gasto dinheiro nisso, vai fazer falta. Não devias sequer ter olhasdo para aquilo, vai fazer-te mal!
E eu neste caso, mmando o "grilo falante" para os confins do Inferno.
Ele que me dê a minha história de Amor. Aquela com que sonhei toda a vida, e que poderia ter tido, e até tive mas foi roubada.
Eu hoje , não sei o que sou, nem tão puco quem sou.
Sinto-me tão a deriva.
à deriva do mar, da vida, da solidão.
E depois estes dias que se repetem iguais até á exaustão.
Desejo que venham os dias mais longos. Com eles virá a esperança, e alegria num futuro melhor.
Com eles a esperança renascerá, e poderei mandar ás urtigas aqueles que me chateiam e envenenam a alma.
beijos mil
silvya

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

ca estamos...

Depois de um fim-de-semana, dificil e tortuoso, cá estou.
Não estou muito capaz de contar histórias maravilhosas de encantar. talvez noutro dia, noutro lugar, noutra situação...
Amdo muito cansada, para partilhar as tristezas e angústias que me assolam e não me querem largar. E no entanto eu bem as "sacudo", mas quando temos alguém que só olha para o seu próprio umbigo e mal ainda por cima, que fazer?
Hoje o dia está um pouco mais bonito, pode ser que amanhã, nos sintamos melhores para podermos falar de coisas fixes, e interessantes.
Agora é hora de arrumar a trouxa azarpar, como dizia o nosso querido Zeca Afonso. bjocas
Até amanhã
silvya

sábado, 16 de janeiro de 2010

Que Amor?

Falar de Amor, é assunto que daria pano para mangas, como se costuma dizer.
Mas existe um amor, que ninguém poderá ignorar e duvidar.O amor materno.
Pelos nossos filhos, iremos até ao fim do mundo, se preciso fosse.
Pelos nossos filhos, acredito que se possa fazer tudo,mas mesmo tudo, o que seja possível ou impossível, porque aí está: é o Amor maior.
Não nos interessa que les sejam doutores, ou engenheiros, que sejam cozinheiros, ou empregados de balcão. O que nos interessa é que sejam felizes. Muito e verdadeiramente felizes.
Lamechices, dirão!
Quero cá saber o que os outros dizem, ou poderiam dizer. Os filhos são meus. Fui eu que os carreguei e cuidei durante 9 (nove) meses, dentro de mim. Fui eu que após o nascimento e assim que olhei para eles, já sabia de cor todos os seus traços e sabia, porque sim, que aqueles eram os meus filhos muito amados.
Depois durante os primeiros meses, e todos estes anos, eu continuo a zelar e a velar por eles.
Eles são parte integrante de mim, e não concebo a minha vida sem eles. Claro que neste momento estão a dar já o "Grito de Epiranga",mas é muito gratificante fixá-los nos olhos e vê-los com aquele brilho de amarem e serem amados.
Hoje deu-me para isto. Escrever sobre o amor das mães pelos filhos.
Amanhã falarei sobre o amor da gente adulta.Isto é: Do amor que eu perdi, que não souberam cuidar por mim, mas que agora, independentemente de tudo, eu quero e vou procurar até encontrar. afinal entrámos numa nova década, e eu acredito que o amor ainda está algures a minha espera...
beijinhos.
silvya

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Porquê mandarina?

Criar, inventar um nome para um blog, por pequenino que seja, é algo que não é assim tão fácil.
Tentei vários, mas se uns não estavam disponíveis, outros eram execráveis.
Um blog, é algo nosso. Pode só conter parvoíces, mas mesmo essas são nossas, e merece-nos o melhor, não acham?
Engraçado, falo no plural, como se tivesse alguém que me lesse. ah!aha!ah!
É muita ironia. Mas cá estou a cumprir o meu desafio e a minha promessa pessoal.
Portanto Mandarina, porquê?, perguntará quem me ler.
É um citrino, da família das laranjas, toranjas e quejandas.
Dá para fazer bolos, doces e sumos, o que é sempre bom,sem contar que existe um perfume com um aroma delicioso (que eu não tenho) , mas que lá está tem este nome.
Mandarina, também nos remete para livros de histórias de encantar...
Quem não leu o "Mandarim" de Eça de Queióz"?
Eu li, e adorei. Aliás li-o várias vezes.
Como se chamará a mulher do mandarim?
Penso que será lógico, chamar-se "Mandarina".
Agora com o Inverno agreste é saudável.
Venham os citrinos, entre eles a mandarina. A imaginação não está nos melhores momentos, pois a vida pessoal também não está muito risonha., mas há-de ficar. Promessa minha.
Este tempo está horrível e em todo o mundo se gela e se treme de frio.
no Haiti, aconteceu o pior. Um sismo de alto grau que já deixou centenas e centenas de mortos espalhados naqueles bairros degradados, que tanto encanta os turistas porque não moram lá...
Agora resta esperar, que as equipas de socorro façam o seu trabalho e que o governo mais poderoso do mundo junte os seus esforços para reerguer um país miserável em estruturas e saneamentos básicos.
Por hoje fico por aqui.
Talvez noutra vida tenha sido uma "mandarina", amada e idolatrada pelo seu "mandarim".
beijinhos.
silvya

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

falemos de Amor e ...desamores...

Falemos de sentimentos.
De que tipo, de que modo?
Hoje ao falarmos de sentimentos, podemos divagar de muitas e variadas formas.
Todos os seres humanos precisam de se sentir amados, e de amar, penso eu.
Não sou capaz de conceber uma vida sem amor, assim como não consigo idealizar uma vida sem partilha....
O grave na questão, é: O que é o amor? E até que ponto as pessoas são capazes de ceder a ponto de se entenderem? Somos forçados a reconhecer que as relaçõe hoje em dia estão bastantes comprometidas, mas antigamente, estariam melhores?
Não creio.
Antigamente os casamentos eram negociados entre as famílias. Era uma forma de a riqueza ser transmitida e prolongada através das gerações.
Quando se parte para um casamento, deve-se fechar as portas que ficam parta trás. Quando isso não acontece as relações acabam por ficar tremidas, porque lhe faltam as bases de sustentação.
Os alicerces são frágeis. E sem bases sólidas nenhum edifício se sustém.
Na minha opinião toda a gente deve ter o direito de se casar as vezes necessárias até serem felizes.
A vida sem amor, não tem sentido, e é por isso que romântica como sou, continuo a acreditar nele.
Estou casada, mas mal-casada, é verdade. Mas isso não quer dizer que não tenha o direito a lutar até a encontrar.
Atrás da chuva e dos dias tristes, novos dias virão.
Quem sabe se atras do sol, enfim, não estará minha felicidade?
até amanhã.
silvya

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ATÉ QUE ENFIM

Custou mas foi.
Com o ano que se foi, chegou um novo ano e criei um novo blog.
com ele quero dizer adeus a todas as tristezas, raivas, e mágoas que teem estado escondidas, sufocadas em mim.
Está muito frio.
Quero que venha o sol, o tempo das flores e da alegria.
quero de novo ouvir os pássaros a cantar e não sentir as agruras da tristeza e infelicidade.
Quero dar-me a conhecer a quem o merecer. E ignorar quem me ignora.
Quero que neste novo ano, a minha vida seja o iniciar de uma etapa com mais energia e mais produtividade na minha realização pessoal.
Quero que as pessoas e as ideias negativas não me consigam atingir e matar a alegria que existia, e existe em mim.
Vou tentar fazer chegar este meu "diário" chamemos-lhe assim, a quem o quiser ler...
Ainda não sei como o fazer, mas vou descobrir.
A 1ª semana do ano, já passou. Mas ainda agora ele começou, e é uma criança.
Com a esperança do ano novo, também eu guardo e renovo as minhas esperanças.
desta vez , prometo a mim mesma vir a estas páginas, todos os dias religiosamente.
É uma promessa para cumprir.
Afinal se eu não gostar de mim, quem gostará? A minha querida amiga, Ana, aqui lhe dou as boas vindas.
Desta vez no meu blog, novinho em folha e criado mesmo por mim.
É uma pequena vitória, mas é minha , e a vida faz-se de pequenas grandes coisas.
Amiga:
Lê-me e responde, ok?
És uma das grandes forças que me fazem avançar por estes caminhos esconsos.
bem vinda ao ano da graça de 2010, com esta amiga tão desalinhada
silvya