Disseram-me que o sol brilhava, e que quando a porta se fechou, avançou para o terminal rodoviario. Quantas coisas, deixamos nas nossas vidas para trás e já não voltam mais?
Sonhos, anseios, castelos erguidos na areia e desfeitos pelo vento, numa só rajada...
É bom, no entanto, quando ainda se pode fechar uma porta, sabendo que há outra que se abrirá...
e para a qual se pode sempre voltar.
Livros arrumados em prateleiras, esperando que alguém os folheie, eos leia, e os aprecie.
assim, como qualquer pessoa normal, deseja ser amada e apreciada, quer seja em dias de sol, ou de chuva.
No fundo, o importante, é sabermos que algures, existe alguém com quem podemos conversar, mesmo que as escondidas, como se de um crime se tratasse.
Mas para já, parece não haver alternativa. e aqui no meu canto, mais recôndito, eu escrevo, principalmente para mim, na esperança de que a loucura não me invada, e eu me consiga iludir na vã ilusão de que a felicidade existe e é possível...
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