sábado, 16 de janeiro de 2010

Que Amor?

Falar de Amor, é assunto que daria pano para mangas, como se costuma dizer.
Mas existe um amor, que ninguém poderá ignorar e duvidar.O amor materno.
Pelos nossos filhos, iremos até ao fim do mundo, se preciso fosse.
Pelos nossos filhos, acredito que se possa fazer tudo,mas mesmo tudo, o que seja possível ou impossível, porque aí está: é o Amor maior.
Não nos interessa que les sejam doutores, ou engenheiros, que sejam cozinheiros, ou empregados de balcão. O que nos interessa é que sejam felizes. Muito e verdadeiramente felizes.
Lamechices, dirão!
Quero cá saber o que os outros dizem, ou poderiam dizer. Os filhos são meus. Fui eu que os carreguei e cuidei durante 9 (nove) meses, dentro de mim. Fui eu que após o nascimento e assim que olhei para eles, já sabia de cor todos os seus traços e sabia, porque sim, que aqueles eram os meus filhos muito amados.
Depois durante os primeiros meses, e todos estes anos, eu continuo a zelar e a velar por eles.
Eles são parte integrante de mim, e não concebo a minha vida sem eles. Claro que neste momento estão a dar já o "Grito de Epiranga",mas é muito gratificante fixá-los nos olhos e vê-los com aquele brilho de amarem e serem amados.
Hoje deu-me para isto. Escrever sobre o amor das mães pelos filhos.
Amanhã falarei sobre o amor da gente adulta.Isto é: Do amor que eu perdi, que não souberam cuidar por mim, mas que agora, independentemente de tudo, eu quero e vou procurar até encontrar. afinal entrámos numa nova década, e eu acredito que o amor ainda está algures a minha espera...
beijinhos.
silvya

1 comentário:

  1. Gostei. Sem dúvida está com outra atitude, mais optimista e é bom de ver. Boa sorte para a missão a que se propõe, de certo vai conseguir!
    Bjinhos
    Ana

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